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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: nova onda de greves

Imagem de Arquivo.Bandeira da Guiné-Bissau
Imagem de Arquivo.Bandeira da Guiné-Bissau SEYLLOU SEYLLOU / AFP

A praticamente um mês das eleições legislativas a Guiné-Bissau confronta-se com uma nova onda de greves, depois do audiovisual público, agora é a vez do sector da saúde e os três sindicatos de professores também ameaçam regressar à greve.

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Estende-se a onda de greves na Função Pública guineense, agora são os sectores sociais que conhecem paralisações laborais de funcionários efectivos e de funcionários contratados.

No sector da saúde, por exemplo, o pessoal de segurança e de limpeza do Hospital Simão Mendes, o principal da Guiné-Bissau, está em greve desde terça-feira (5/02) até à próxima quinta-feira (7/02).

O pessoal de limpeza e de segurança do Hospital Simão Mendes reclama o que eles chamam de "salários em atraso", mas a direcção do hospital diz que não se trata de salários, mas sim de "três meses de subsídios em atraso".

Estas categorias profissionais exigem também a efectivação dos funcionários contratados, mas a direcção responde que tal não é possível, precisamente porque se trata de funcionários contratados, logo não podem ser efectivados na Função Pública.

Os trabalhadores exigem ainda o pagamento de onze meses de subsídios de vela.

A nível da educação os três sindicatos representativos dos professores das escolas públicas - SINAPROF, SINDEPROF e CIESE - vão reunir-se este sábado (9/02) para decidir se voltam ou não a paralisar o sector educativo e dão um ultimato ao governo para o cumprimento do acordo, que permitiu o levantamento da última greve, que terminou no passado mês de dezembro.

O porta-voz dos três sindicatos Bunghôma Duarte Sambá acusou esta terça-feira (5/02) o primeiro-ministro Aristides Gomes de ter bloqueado os salários de 4.400 professores por terem aderido ao anterior movimento de greve.

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