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Guiné-Bissau

Voto tranquilo na Guiné-Bissau

Votantes no final desta manhã de 10 de Março de 2019 em Bissau.
Votantes no final desta manhã de 10 de Março de 2019 em Bissau. RFI/Liliana Henriques

Mais de 761 mil eleitores foram chamados às urnas hoje para escolher entre os candidatos de 21 partidos quem vai ocupar os 102 assentos da Assembleia Nacional Popular. Logo na abertura das mesas de voto, foi possível observar uma forte afluência às urnas que se foi reforçando ao longo do dia.

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Durante uma primeira comunicação hoje, a CNE considerou que o processo eleitoral estava a decorrer globalmente e forma satisfatória, não tendo tido registo de incidentes. No mesmo sentido, esta manhã, o chefe da missão de observação da União Africana, o antigo Primeiro-ministro são-tomense Rafael Branco referiu que a votação estava a decorrer de forma tranquila.

Pouco depois de votar esta manhã em Bissau, o Presidente da Republica José Mário Vaz, deu conta igualmente da sua satisfação e salientou nomeadamente que “nunca desde 1994, a Guiné-Bissau conseguiu concluir a sua legislatura, nem um presidente cumpriu o seu mandato”.

Expressando-se também publicamente depois de votar, o chefe do governo Aristides Gomes deu conta da sua emoção por se ter chegado às eleições, realçando nomeadamente o contexto de desconfiança em que decorrer o processo preparatório do escrutínio.

Ao longo do período pré-eleitoral, este escrutínio suscitou muitas expectativas mas também paixões por parte dos apoiantes dos diversos partidos, a campanha tendo sido marcada por alguma tensão. Em jogo está não só uma mudança de governo e de parlamento mas também a vontade de abrir um novo ciclo depois de quase 4 anos de crise politica no país.

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