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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: sindicato apoia jornalistas com problemas

Jovens ouvem notícias em África.
Jovens ouvem notícias em África. REUTERS/Nyancho NwaNri

O sindicato dos jornalistas e técnicos da comunicação social da Guiné-Bissau (Sinjotecs) organiza gala de angariação de fundos para apoiar jornalistas com problemas de saúde.

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Trata-se duma iniciativa inédita para não deixar passar em branco o dia Internacional de Liberdade de Imprensa, que hoje se comemora.

O sindicato pretende ainda homenagear alguns profissionais da comunicação bem como alguns órgãos que se destacaram nos últimos tempos na promoção da liberdade e de boas praticas sociais.

O Sinjotecs, presidido pela jornalista Indira Correia Baldé há um ano, quer aproveitar a ocasião, onde vão estar jornalistas de várias gerações, para reforçar a ideia de que só com uma imprensa livre será possível construir um Estado de Direito e Democrático na Guiné-Bissau.

Segundo Indira Correia Baldé, esta é também uma oportunidade para mostrar que na "Guiné-Bissau também temos profissionais à altura", e que na "sociedade guineense há homens e mulheres que tentam diariamente fazer coisas boas para mudar o panorama que temos no país".

O sindicato, que reagrupa mais de 300 profissionais de comunicação social, dos setores público e privado, lembra aos profissionais de comunicação social guineense que o momento é de celebração sim, mas sobretudo de trabalhar de forma unida para a fundação  “de um novo paradigma nacional que possibilite a construção de uma Nação Unida".

Para o Sinjotecs, a riqueza da Guiné-Bissau é a sua diversidade étnica, religiosa, cultural e social, cabendo aos jornalistas a tarefa de informar, formar e sensibilizar com rigor e profissionalismo, e não de fomentar ou patrocinar divisões na população.

Oiça aqui a crónica de Mussa Baldé em Bissau:

 

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