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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Situação política preocupa atletas

Wilson Davyes, andebolista luso-guineense do Dunkerque.
Wilson Davyes, andebolista luso-guineense do Dunkerque. Cortesia de Daniel Marques

A situação política não passa despercebida fora do país. Classe política, sociedade civil, povo e desportistas estão de olho na Guiné-Bissau. A RFI falou com o andebolista luso-guineense Wilson Davyes que não entende este impasse.

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Os atletas guineenses estão atentos à situação política no país que continua num impasse. Dois meses depois das legislativas, o Presidente guineense, José Mário Vaz, continua sem indigitar um primeiro-ministro, o que permitirá a formação de um novo Governo.

Wilson Davyes, andebolista guineense a actuar em França, no Dunkerque, pede bom senso e que se comece a trabalhar para o bem da população, começando por admitir que não entende que o impasse continue após as eleições.

"A história repete-se. Não sei que mal a Guiné-Bissau fez para merecer tanta instabilidade. Sinceramente, acho que a classe política tem que pôr as mãos na consciência e dizer que está na altura de trabalhar. O Presidente da República como garante da estabilidade da Nação tem que tomar uma posição. Há um partido que ganhou as eleições, vamos eleger um Governo e vamos fazer o possível para que a terra arranque, já é tempo! Há bons exemplos por toda a África: Namíbia, Ruanda de Paul Kagame, não é assim tão difícil. Nós temos recursos para que a população possa viver de forma digna. Não há desenvolvimento económico sem organização política. O que falta à Guiné-Bissau é organização política. O povo precisa disso, é urgente!", assegurou o atleta luso-guineense.

Ouça as declarações de Wilson Davyes.

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