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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Presidente reconduz PM Aristides Gomes

Aristides Gomes, primeiro-ministro da Guiné-Bissau.
Aristides Gomes, primeiro-ministro da Guiné-Bissau. Lusa

O Presidente José Mário Vaz reconduziu e deu posse este sábado a Aristides Gomes como primeiro-ministro, na presença do corpo diplomático e das chefias militares, mas na ausência da oposição MADEM G15 e PRS.

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O Presidente José Mário Vaz, cujo mandato termina este domingo (23/06), fez sair um decreto onde se lê: "Aristides Gomes é nomeado primeiro-ministro", o que poe termo a semanas de impasse político na Guiné-Bissau, devido a divergências sobre a escolha do chefe do executivo, lê-se também do documento.

O Presidente da República empossou o Primeiro-Ministro, Aristides Gomes, na presença do corpo diplomático e das chefias militares, mas na ausência dos partidos da oposição, o Madem G15 e o PRS.

 

Presente no acto, Odete Semedo, a segunda vice-presidente do PAIGC, partido vencedor das legislativas de 10 de Março, afirmou que o Partido conseguiu dar mais um passo.

 

Aristides Gomes, primeiro-ministro, com mandato renovado, numa curta declaração a imprensa, promete continuar a trabalhar.

 

O sociólogo Aristides Gomes assume novo desafio de dirigir a governação nos próximos 4 anos no âmbito do Acordo Político de Incidência Parlamentar e Governativa assinado entre o PAIGC, APU-PDGB, União Para Mudança e Partido da Nova Democracia.

 

Chefe de governo pela terceira vez: entre 2005 e 2007, Aristides Gomes conduziu o país as eleições legislativas de 10 Março, vencidas pelo PAIGC com missão iniciada em Abril de 2018.

 

O elenco governamental toma posse segunda-feira.

 

Já este domingo (23/06) o Presidente da República fará uma Comunicação à Nação, no dia em que termina o seu mandato.

 

José Mário Vaz nomeou e empossou oito primeiros-ministros durante o seu mandato, sendo no entanto o único Presidente da Guiné-Bissau desde a independência a conseguir terminar o seu mandato.

 

Devido à proximidade das eleições presidenciais marcadas para 24 de novembro, José Mário Vaz poderia manter-se no cargo de Presidente embora com poderes limitados.

De recordar que o Presidente rejeitou duas vezes nomear o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, para chefe do governo.

 

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