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Guiné-Bissau

Líder do PAIGC na ONU para discutir crise política

Nações Unidas em África.
Nações Unidas em África.

Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, está em Nova Iorque, desde quarta-feira, para discutir a situação na Guiné-Bissau. O líder do PAIGC quer  fazer chegar a crise guineense ao Conselho de Segurança da ONU.

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Domingos Simões Pereira quer lembrar aos membros do Conselho de Segurança a resolução das Nações unidas, aprovada para a Guiné-Bissau, com o objectivo de “estender o mandato da UNIOGBIS no terreno" e de recordar “a necessidade de respeitar os resultados eleitorais".

Domingos Simões Pereira diz ter “agendado um conjunto de encontros, no sentido, de junto dos Estados-membro do Conselho de Segurança e das várias configurações da estrutura das Nações Unidas, lembrar a resolução das Nações Unidas, que foi aprovada para a Guiné-Bissau, e que, para além de suspender o mandato da UNIOGBIS no terreno, recorda a necessidade de se respeitarem os resultados das eleições legislativas" e a "resolução 24/58 de 2019 (que retira os poderes ao Presidente da república), que considero muito importante, e é para isso que estamos cá”, acrescenta Domingos Simões Pereira.

Oiça aqui as declarações de Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC:

 

Tensão política guineense viaja até Abuja

 

As delegações políticas da Guiné-Bissau deixam o país com destino a Abuja para participarem, este sábado, na quinquagésima quinta cimeira da CEDEAO.

 

Entre outros assuntos, em agenda está a crise pós-eleitoral na Guiné-Bissau, três meses depois das eleições legislativas.

 

Os responsáveis políticos da Guiné-Bissau foram convocados para a capital política da Nigéria, a fim de dar explicações sobre a persistência da crise política, mesmo depois das eleições.

 

O Presidente da República cessante foi o primeiro a deixar a capital Bissau.

 

José Mário Vaz disse, antes da partida, que é preciso a união e o respeito das leis da república, para preservar a paz e a liberdade.

 

“A Paz, que conquistamos ao longo destes anos, peço a todos os guineenses para preservá-la, para que amanhã possamos gozar desta paz e liberdade, mesmo eu não estando nesta cadeira”, disse José Mário Vaz.

 

O presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, eleito, quinta-feira, Presidente interino pelos deputados, o Primeiro-ministro reconduzido, Aristides Gomes, e a maioria parlamentar também vão estar na cimeira para contar a sua versão sobre os últimos acontecimento no país que continua sem governo, três meses depois das eleições legislativas de 10 Março.

 

Oiça aqui a correspondência Aliu Candé na Guiné-Bissau:

 

 

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