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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau e o impasse governamental

Primeiro-ministro guineense Aristides Gomes com o presidente José Mário Vaz em Bissau a 2 de Julho de 2019.
Primeiro-ministro guineense Aristides Gomes com o presidente José Mário Vaz em Bissau a 2 de Julho de 2019. RFI/Aliu Candé

O Presidente da República cessante e o primeiro-ministro não se entendem quanto à lista do elenco governamental e a figura do novo procurador.

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O Presidente da República cessante e o primeiro-ministro reuniram-se esta tarde, mas não chegaram a um entendimento sobre a lista do elenco governamental e a figura do novo procurador.

Ao que se sabe, o Presidente cessante apresentou três pessoas como possíveis candidatos ao cargo do procurador que foram rejeitados pelo primeiro-ministro. José Mário Vaz pretendia ainda que fosse alterada a lista dos membros do futuro executivo, ideia que terá sido recusada por Aristides Gomes que admitiu que as negociações vão continuar.

Esta tarde, o procurador-geral da República, Bacari Biai, apresentou o pedido de demissão ao Presidente guineense, José Mário Vaz, na sequência das decisões tomadas na cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.

"Eu sei que é uma resolução descabida, não tem fundamento, mas eu aceito como guineense. Mais uma vez a CEDEAo envergonhou os cidadãos comunitários", referiu.

Em 2017, o magistrado Bacar Biai fazia parte de uma lista de 19 personalidades sancionadas pela CEDEAO, com acusações de tentativa de perturbar a implementação do Acordo de Conacri.

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