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GUINÉ-BISSAU

Guiné-Bissau: MADEM pede novo recenseamento eleitoral

Logotipo do Madem-G15, segunda força política da Guiné-Bissau
Logotipo do Madem-G15, segunda força política da Guiné-Bissau Madem-G15

Na Guiné-Bissau o governo anunciou hoje o início de um processo de actualização dos ficheiros eleitorais. O Madem, partido lider da oposição, desconfia da operação, que diz ser "um prenúncio de fraude eleitoral".

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Está em vista uma nova fonte de polémica entre a classe política.

O Governo diz que vai avançar com um plano para correcção do banco de dados eleitorais, tendo em vista as eleições presidenciais de 24 de Novembro.

O plano visa colocar nos ficheiros eleitorais cerca de 24, 3 mil potenciais eleitores, cujos nomes tinham ficado de fora nas eleições legislativas de Março passado, por razões de falhas técnicas.

O Madem, movimento para a alternância democrática, diz que não concorda com o processo.

Diz que antes de se pensar em qualquer actualização, devia-se fazer um novo recenseamento eleitoral a ser supervisionado por uma estrutura fora do controlo do Governo.

O partido liderado por Braima Camará, segundo mais votado nas legislativas de Março, diz que não confia na transparência do Governo e não confia também nos ficheiros eleitorais existentes.

O Governo, pela voz do ministro da presidência do conselho de ministros, Armando Mando afirma que está fora de questão pensar sequer num novo recenseamento eleitoral por falta de meios financeiros e tempo.

Para organizar as presidenciais de 24 de Novembro, o Governo guineense diz que precisa de cerca de cinco milhões de dólares.

Acompanhe aqui a correspondência de Mussa Balde, em Bissau.

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