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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: paralisação parcial do sistema de saúde

Mais de mil técnicos de saúde guineenses recém-contratados em paralisação parcial.
Mais de mil técnicos de saúde guineenses recém-contratados em paralisação parcial. REUTERS/Olivia Acland

Na Guiné-Bissau o sistema de saúde está parcialmente paralisado, pois os técnicos de saúde, exigem entre outras reivindicações, o pagamento de 11 meses de salàrios em atraso e deram um ultimato ao governo, que expirou na passada sexta-feira.

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Os técnicos de saùde recém-colocados, médicos, enfermeiros, parteiras, farmacêuticos, técnicos de laboratório, etc, exigem entre outras reivindicações, o pagamento de onze meses de salàrios em atraso e subsídios de deslocação e alojamento para os que trabalham nas regiões mais recônditas do país.

Ao todo são 1089 técnicos recém-colocados que após duas marchas nas ruas de Bissau (7 e 15 de Outubro), deram um ultimato ao governo ameaçando com a paralisação ora em curso, que expirou na passada sexta-feira (18/10).

As mais de três horas de negociações com o governo culminaram com a promessa de pagamento de dois meses de salários, em vez dos pelo menos seis meses, exigidos pelos trabalhadores, o que estes recusaram.

Estes mais de mil técnicos recém-contratados "asseguram mais de 50% dos serviços médicos no país e por vezes 100% nas aldeias mais longínquas", como refere Almane Cissé, porta-voz do colectivo dos técnicos de saúde recém-colocados.

Eles pedem ainda a sua real efectivação dado que a útima teve lugar em 2015

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