Acesso ao principal conteúdo
Moçambique

Nova Democracia denuncia "terrorismo eleitoral"

O Nova Democracia acusa a polícia de detenções arbitrárias.
O Nova Democracia acusa a polícia de detenções arbitrárias. facebook.com/NovaDemocraciaMZ

Em Moçambique o Nova Democracia acusa a polícia de detenções arbitrárias. O partido extraparlamentar lançou um apelo internacional para a libertação de 18 elementos da formação política detidos a 15 de Outubro em Gaza. A Policia acusa-os de falsificação de credenciais.

Publicidade

Os 18 membros do partido (17 delegados de candidatura e um mandatário distrital) foram detidos em 15 de Outubro, no dia das Eleições Gerais, em postos de votação distribuídos pelo distrito de Chokwé, na província de Gaza, sul de Moçambique.

O Nova Democracia (ND) submeteu entretanto um recurso junto do Conselho Constitucional exigindo a libertação dos seus membros, após o primeiro documento ter sido rejeitado pelo Tribunal Distrital de Chokwé. Até ao momento o partido alega não ter recebido qualquer resposta.

Salomão Muchanga, líder do Nova Democracia fala em presos políticos: “o único crime que cometeram foi a vontade, decisão e determinação de controlar os votos em Chokwé. Logo nas primeiras horas [do dia 15 de Outubro] a polícia, que tem licença em Moçambique, para prender e matar, expulsou delegados da oposição, na sua maioria da ND. Fez detenções arbitrárias alegando razões sem fundamento”.

Questionado sobre as acusações imputadas aos membros do ND, Salomão Muchanga responde “o que foi falsificado neste processo foram as eleições. (…) é um abuso de poder, um derrube às liberdades democráticas, um assalto ao estado democrático”.

O ex-presidente do Parlamento Juvenil acrescenta que quase um mês após as detenções, os advogados do partido ainda não tiveram acesso ao processo, “isto é uma prisão política”.

Tratar-se fundamentalmente de terrorismo eleitoral sem precedente” sublinha Muchanga que lançou um apelo internacional para a libertação de 18 elementos da formação política detidos desde 15 de Outubro.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.