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Moçambique

Renamo desmente financiamento à Junta militar em Moçambique

Dirigentes da Renamo desmentem que tenham financiado ramo armado dissidente da Junta militar
Dirigentes da Renamo desmentem que tenham financiado ramo armado dissidente da Junta militar Renamo

A chefe da bancada parlamentar da Renamo, Ivone Soares, nega que esteja a financiar homens armados da autoproclamada Junta Militar, um grupo dissidente liderado pelo general Mariano Nhongo. Guerrilheiros capturados pelas forças de defesa denunciam dirigentes da Renamo como sendo os financiadores de acções levadas a cabo em várias provícias do país.

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São 3 os homens detidos e apresentados à polícia da Zambézia no centro de Moçambique, como parte da auto-proclamada Junta Mlitar da Renamo, liderada pelo general Mariano Nhungo, responsáveis pelos ataques que ocorreram nos útimos dias nas províncias de Manica e Sofala. 

A chefe da bancada parlamentar da Renamo, Ivone Soares, nega que o seu partido esteja a financiar os homens armados da Junta Militar, grupo dissente da principal formação política da oposição. 

"Eu não tenho nada a ver com financiamento que me atribuído à Junta ou seja quem for", sublinhou Ivone Soares. 

O grupo de guerrilheiros capturado pelas forças da defesa denunciaram Ivone Soares, assim como outros dirigentes da Renamo, Manuel Bissopo, Elias Dhlakama, Sandula Ambrósio e António Muchanga como sendo os financiadores da acção que tinha entre outras missões, criar bases militares e recrutar jovens para as fileiras da Junta Militar. 

Enquanto isto, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apela a população a colaborar na denúncia dos autores dos ataques armados que se registam não só no centro, mas também em Cabo Delgado, norte do país.   

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

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