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Moçambique: CDD "assassínio de Anastácio Matavele foi crime de Estado"

Áudio 07:54
Anastácio Matavele, observador eleitoral, assassinado a 7 de Outubro em Gaza por agentes da polícia.
Anastácio Matavele, observador eleitoral, assassinado a 7 de Outubro em Gaza por agentes da polícia. http://scd.pt.rfi.fr/sites/portugues.filesrfi/imagecache/rfi_16x

A 7 de Outubro de 2019, nas vésperas das eleições gerais de 15 de Outubro, foi baleado e assassinado friamente a tiro em Gaza Anastácio Matevele, defensor dos direitos humanos e observador eleitoral da Sala da Paz nesta província do sul do país, bastião inamovível da Frelimo, o partido no poder desde a independência de Moçambique.A Procuradoria de Gaza acusou 8 arguidos, entre os quais 5 agentes da polícia, dos quais 2 morreram no acidente de viação após o assassínio, 1 está foragido e a polícia diz que é um civil e 2 outros foram promovidos na hierarquia policial no passado dia 27 de Dezembro.O Centro para a Democracia e Desenvolvimento - CDD - vai apresentar uma queixa-crime contra o Estado moçambicano junto do Comité Africano dos Direitos Humanos e dos Povos, considerando que o Estado moçambicano deve ser responsabilizado pelos actos cometidos pelos seus agentes em missão de serviço, tratando-se de um crime de Estado, premeditado e considera que a justiça moçambicana que instaurou um inquérito, prometeu esclarecimento num prazo de 15 dias e quase 4 meses depois os resultados não foram tornados pùblicos, como refere Adriano Nuvunga director do CDD.

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