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Moçambique

Onze mortos em desabamento de mina

Local onde dez pessoas morreram e várias continuam soterradas na sequência do desabamento de uma mina artesanal de extracção de ouro, em Penhalonga, distrito de Manica, centro de Moçambique, 31 de Janeiro de 2020.
Local onde dez pessoas morreram e várias continuam soterradas na sequência do desabamento de uma mina artesanal de extracção de ouro, em Penhalonga, distrito de Manica, centro de Moçambique, 31 de Janeiro de 2020. ANDRÉ CATUEIRA/LUSA

Onze pessoas perderam a vida esta quinta-feira em resultado do desabamento da parede de uma mina de rubis no norte de Moçambique. Governo moçambicano já criou uma comissão para averiguar o que terá acontecido.

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O governo moçambicano criou uma comissão para avaliar o desabamento da mina da Ruby Ming Company. Onze garimpeiros ilegais perderam a vida e cinco ficaram feridos. As autoridades estimam que 25 pessoas estaríam na mina, na altura do desabamento.

Num primeiro momento, o desabamento foi reportado pela empresa Montepuez Rubi Mining (MRM). Em comunicado, a empresa anuncia a morte de um homem de 33 anos, mineiro ilegal e que uma das paredes da mina desabou, devido à sobrelotação.

O inspector-geral do ministério dos recursos minerais e energia, Obete Matine, exige das empresas a garantia da segurança das suas minas.

A MRM apresenta-se como a principal investidora na extração de rubis em Moçambique, com cerca de 33 mil hectares de concessão em Montepuez.

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