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Moçambique

Moçambique: um ano após o Idai a assistência alimentar é imprescindível

Rosa Tomás e o seu filho Dionísio Eduardo, junto ao que restava da sua casa após a passagem do ciclone Idai. 23 de Março de 2019. Buzi, Moçambique.
Rosa Tomás e o seu filho Dionísio Eduardo, junto ao que restava da sua casa após a passagem do ciclone Idai. 23 de Março de 2019. Buzi, Moçambique. Yasuyoshi CHIBA / AFP

Não obstante ter passado um ano após a passagem do ciclone Idai que fustigou Moçambique, e a África austral, na noite de 14 para 15 de Março as necessidades de assistência alimentar continuam a ser uma realidade na província central de Sofala. O PAM admite, mesmo, ter que cortar nas rações alimentares devido à falta de fundos.

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Espinola Caribe, chefe do gabinete do PAM (Programa alimentar mundial) na Cidade da Beira, capital de Sofala, faz o diagnóstico da situação, um ano depois.

Este responsável admite que as recentes inundações na área voltaram a complicar a vida dos habitantes e as expectativas quanto às futuras colheitas agrícolas.

Espinola Caribe, chefe do gabinete do PAM em Sofala, Moçambique

Segundo as Nações Unidas o Ciclone Idai afectou 1,85 milhões de pessoas em Moçambique. Um cataclismo que desalojou mais de 480 mil pessoas, provocando a destruição de uma área superior a 3 mil quilómetros quadrados.

Espinola Caribe, perante a situação, admite que, um ano após a tragédia muito está por resolver e que a insegurança alimentar persiste pelo que será imprescindível manter a ajuda às populações sinistradas.

 

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