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Economias

Moçambique: situação económica já critica pode agravar-se

Áudio 13:20
Armando Guebuza, ex-Presidente da Repúbica de Moçambique e Afonso Dhlakama, líder da Renamo
Armando Guebuza, ex-Presidente da Repúbica de Moçambique e Afonso Dhlakama, líder da Renamo Reuters

Em Moçambique assinala-se amanhã um ano sobre a assinatura do acordo de cessação de hostilidades, rubricado pelo presidente Filipe Nyusi e o lider da Renamo Afonso Dhlakama. Que repercussões teve na economia do país o estado de guerra nao declarada em que Moçambique viveu e cujo espectro continua presente, foi o que procuramos saber com o economista moçambicano João Mosca, para quem "a situação é crítica e pode ainda agravar-se". João Mosca responsabiliza o antigo Presidente Armando Guebuza e aponta como exemplos a retracção dos investimentos externos, "a redução da produção interna, queda das exportações, desvalorização do metical, uma dívida pública das mais elevadas do mundo que atinge 170% do PIB, enquanto quase 11% do mesmo PIB são gastos em despesas salariais do Estado, ou ainda os enormes investimentos feitos nos útimos anos na área da defesa". 

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