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Moçambique

Assassinado procurador Marcelino Vilankulo

Balança da Justiça
Balança da Justiça Flickr

A Procuradoria-Geral moçambicana criou uma equipa para averiguar as causas do assassínio a tiro esta segunda-feira à noite do procurador Marcelino Vilankulo, classificando o crime de macabro.

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O procurador moçambicano Marcelino Vilankulo, afecto à cidade de Maputo, foi executado na segunda-feira à noite à porta da sua residência na cidade da Matola. Marcelino Vilankulo foi baleado junto de casa, a cerca de oito quilómetros da capital moçambicana, quando regressava no final de um dia de trabalho.

A polícia, que numa primeira reacção disse desconhecer as reais motivações para este acto macabro, garante estar a trabalhar para identificar o grupo de assassinos.

A Procuradoria-Geral da República através do seu porta-voz, Taibo Mucobora, também reagiu.

Sabe-se que o magistrado Marcelino Vilankulo, morto a tiro por desconhecidos, tinha em mãos, entre outros, o processo de rapto que envolve Danish Satar, sobrinho de Nini Satar. Nini Satar, principal suspeito do assassínio do jornalista Carlos Cardoso em 2000.

A presidente da associação dos magistrados do ministério público de Moçambique, Nélia Correia, já manifestou preocupação com a falta de segurança da classe, considerando que é necessário que o país reavalie este problema.

Mais pormenores com o nosso correspondente Orfeu Lisboa.

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