Acesso ao principal conteúdo
Convidado

Armando Guebuza e comunidade internacional mandam em Moçambique

Áudio 15:07
Armando Guebuza e o líder da Renamo Afonso Dhlakama em 2009 durante a campanha presidencial.
Armando Guebuza e o líder da Renamo Afonso Dhlakama em 2009 durante a campanha presidencial. Reuters

O jornalista moçambicano Charles Baptista, conhecido pelo pseudónimo Edwin Hounnou, considera existirem suficentes provas sobre a existência de valas comuns e massacres ocorridos no centro de Moçambique, apesar de a comissão parlamentar ter considerado não haver provas sobre a existência de uma vala comum com 120 cadáveres em Canda, distrito da Gorongosa, província de Sofala.Edwin Hounnou considera que o governo está a instrumentalizar as testemunhas que estão a ser interrogadas, acusa o presidente desta comissão o deputado da Frelimo Edson Macuácua de ameaçar os jornalistas, confirma a forte militarização da região da Gorongosa, onde alegadamente se encontra o líder da Renamo Afonso Dlhakama, considerando ainda que as conversações em Maputo entre governo e Renamo são para distrair os moçambicanos e a comunidade internacional, sobre os mais de dois mil milhões de dólares de dívida pública contraída com garantia soberana do então presidente Armando Guebuza, que tinha Manuel Chang como ministro das finanças e Filipe Nyusi na pasta da defesa. 

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.