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Moçambique

Moçambique comemora na crise dia da independência

Filipe Nyusi, presidente de Moçambique, que comemora este 25 de junho 41 anos de independência
Filipe Nyusi, presidente de Moçambique, que comemora este 25 de junho 41 anos de independência Miguel Martins/RFI

Os moçambicanos comemoraram neste dia 25 de junho, 41 anos como país independente, mas vivendo em plena crise política, militar, social, financeira e económica, com a Frelimo e a Renamo de costas voltadas.

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Mais um aniversário, como país independente, Moçambique, comemorou este sábado, 25 de junho, os seus 41 anos como estado soberano, tendo adquirido a sua independência de Portugal, em 1975.

Mas 41 anos passados depois da independência, depois de uma guerra colonial, com a potência colonizadora de Portugal, seguida de uma guerra civil, entre os dois principais partidos, a Frelimo e a Renamo, a situação no país é de crise política, militar, económica e financeira.

Em termos políticos, a Frelimo e a Renamo, continuam em pé de guerra e depois de mais de 2 anos de negociações e de uma mini-guerra civil, relançada entre as duas formações políticas, devido nomeadamente à contestação dos resultados das últimas eleições gerais, pela partido de Afonso Dhlakama, o menos que se pode dizer, é que os dois partidos continuam de costas.

O líder da oposição Dhlakama, que continua a esconder-se em parte incerta, suspendeu as negociações com a Frelimo, que ainda esta semana, pediu a ilegalização da Renamo, por ter voltado a pegar em armas e não respeitar o Estado de direito democrático.

Do lado da Frelimo, o governo do Presidente Filipe Nyusi, está mergulhado numa crise profunda económico-financeira, com acusações de corrupção generalizada, o que provoca descontentamento no seio da população, sem falar no desemprego de massa dos jovens.

Aliás, durante o acto central das celebrações, o presidente Filipe Nyusi, admitiu que apesar dos ganhos, mantém-se desafios que passam pelo aumento da produção e o restabelecimento da paz..

Por seu turno, a presidente da Assembleia da República de Moçambique, Verónica Macamo, considerou que o país registou avanços nas áreas da educação, saúde e até na economia durante os 41 anos de independência.

 

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