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Moçambique: privados acusam governo de falta de diálogo

Rogério Manuel, presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA)
Rogério Manuel, presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) cta.org.mz

O sector privado moçambicano, reunido em conferência anual, acusa o governo de falta de abertura para o diálogo e pede o fim da tensão político-militar que tem entravado a actividade económica.

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A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) começou hoje a sua 14ª conferência anual do sector privado, momento mais alto do diálogo público-privado.

Rogério Manuel, presidente da CTA, veio lançar duras críticas à postura governamental tendo afirmado que "os ministros que devem encontra-se bi-mensalmente com o sector privado (...) não têm tempo e em muitos casos falta-lhes interesse".

A tensão político militar que concentra uma boa parte da atenção governamental tem tido efeitos nefastos para a economia nacional. O líder desta associação do sector privado considerou "urgente que se ponha fim ao conflito político-militar para permitir a livre circulação de pessoas e bens".

O presidente moçambicano Filipe Nyusi esteve presente no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, onde decorre a reunião e ouviu as reivindicações do sector privado.

Mais informação com o nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa.

Correspondência de Maputo - Orfeu Lisboa

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