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Moçambique

A corrupção em análise em Maputo

Zona marginal de Maputo.
Zona marginal de Maputo. ADRIEN BARBIER / AFP

Desde hoje e ainda até amanhã, actores da sociedade civil e membros do governo estão reunidos em Maputo num seminário de reflexão sobre o fenómeno da corrupção, um encontro durante o qual se evocou designadamente o recente caso da descoberta de dívidas contraídas sem o aval do parlamento durante os dois mandatos de Armando Guebuza na presidência da República.

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Neste primeiro dia de reflexão, a coordenadora do Grupo Moçambicano da Dívida (GMD), Eufrigínia dos Reis, estabeleceu um elo directo entre as referidas dívidas ocultas e a corrupção, acusando entidades internacionais de terem responsabilidades nesta situação. Ao abordar os custos deste fenómeno para a economia do país, os organizadores deste encontro consideraram que "são altos" e que poderiam ter sido aplicados no desenvolvimento do país. Segundo enfatizou designadamente o embaixador da Suíça que participava no evento, estima-se que "o custo médio por ano da corrupção seja de 4.9 biliões de Dólares".

Moçambique reconhece o facto mas o ministro da justiça Assuntos Constitucionais e Religiosos Isac Chande, prevenção e combate a corrupção, promete que este problema vai ser combatido pouco a pouco. Mais pormenores com Orfeu Lisboa.

 

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