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Moçambique

Moçambique assinala, lutando, dia mundial contra SIDA

Luiz Loures, Director Executivo Adjunto da ONUSIDA, pede a Maputo renovação do compromisso no combate à SIDA
Luiz Loures, Director Executivo Adjunto da ONUSIDA, pede a Maputo renovação do compromisso no combate à SIDA RFI

Só em 2016, 62 mil pessoas morreram em Moçambique vítimas do HIV SIDA. Os dados foram hoje revelados pelo Presidente da República, cerca de 1,9 milhões a viver com o vírus, no país, ao mesmo tempo que a ONUSIDA apela à renovação de um compromisso político por parte dos governos para fazer face à doença.

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A luta contra o HIV SIDA está, ainda longe de ser vencida em Moçambique admite o Presidente da República, Filipe Nyusi.

"Esta doença é a principal causa da morte entre os adultos em idade economicamente activa.

"Dados mais recentes sobre a epidemia no nosso país, mostram que existem cerca de 1.9 milhões de pessoas vivendo com o HIV", sublinhou o presidente moçambicano.

Para inverter a situação, o Director Executivo Adjunto da ONUSIDA, Luiz Loures apela a um maior compromisso dos governos incluindo o de Moçambique.

"Essa epidemia, presidente, precisa duma renovação do compromisso político para se fazer face", exortou o Director executivo adjunto da ONUSIDA.

As mulheres são as mais afectadas pela doença sendo que a província de Gaza, no sul de Moçambique, com 24 % detêm a maior taxa de infecção contra 5% da província central de Tete, com a taxa mais baixa do país.

Um quadro que se pretende alterado até 2019 garantiu o chefe de estado, Filipe Nyusi, na abertura da reunião de um dia, do Conselho Directivo do Conselho Nacional de Combate à Sida, alargada a outros actores da resposta nacional.

O Dia Mundial de Luta contra Sida que se assinala neste 1º de Dezembro, está a ser marcado em Moçambique pela realização de várias actividades.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

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