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Moçambique

Activistas estão com medo em Moçambique

Cidade de Maputo à noite.
Cidade de Maputo à noite. DIF

Em Moçambique, os activistas vivem num clima de medo agravado desde o rapto e espancamento do jornalista, jurista e comentador político, Ericino de Salema.

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O medo reina entre os activistas moçambicanos. A Liga das Organizações da Sociedade Civil (JOINT) reforça assim a posição da Organização Não Governamental, Human Rights Watch, que considera que a impunidade, bem como a lentidão nas investigações, semeia e faz crescer o medo entre os activistas, jornalistas e académicos bem como todos aqueles cujas vozes são incómodas para o Governo.

Está assim instalado um clima de medo entre as vozes críticas ao regime. Simão Tila, Secretário Executivo da Liga das Organizações da Sociedade Civil, não esconde que o momento é de incertezas.

Um clima antes denunciado pela Organização Não Governamental, Human Rights Watch, que em comunicado referiu que se faz sentir esse clima com mais intensidade após o rapto e espancamento a 27 de Março do jornalista, jurista e comentador político, Ericino de Salema. Quem será o próximo é a pergunta que fica no ar enquanto Simão Tila apela à união.

O clima de medo está a ganhar terreno em Moçambique.

Mais pormenores com o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

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