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Moçambique/OMS

Malária: problema de saúde pública em Moçambique

A rede mosquiteira continua a ser o método mais eficaz na prevenção da malária.
A rede mosquiteira continua a ser o método mais eficaz na prevenção da malária. AFP/ALEXANDER JOE

A Organização Mundial de Saúde pediu hoje um plano de acção urgente na luta contra a malária. Moçambique que registou nos últimos meses três milhões de casos fala num défice de financiamento na área de prevenção.

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Em Moçambique a malária continua ser um problema de saúde pública, com as crianças a serem as mais expostas ao mosquito. De acordo com o chefe do programa Nacional de Luta Contra a Malária, Baltazar Candrinho, o país registou mais de três milhões de casos no primeiro semestre deste ano.

“É a época do ano em que nós registamos mais casos, que é de Dezembro a Abril. Mas, felizmente, o número de óbitos tem reduzido consideravelmente de ano para ano”, refere.

Os últimos dados da Organização Mundial da Saúde em 2016 foram registados 216 milhões de casos de malária, remetendo os níveis para 2012. Ainda de acordo com a OMS em 2015 registaram-se cerca de 445.000 de mortes.

Os números foram divulgados esta quarta-feira, quando se assinala o Dia Mundial de Luta contra a Malária, este ano com o lema “Prontos para vencer a malária”.

Organização Mundial da Saúde reconhece que a luta contra a malária estagnou na última década e aponta o dedo à falta de investimento em programas de prevenção e tratamento.

A falta de investimento chegou também a Moçambique. O chefe do programa nacional de luta contra a malária, Baltazar Candrinho, reconhece um défice do financiamento destinado à prevenção.

“Há um défice em relação ao financiamento para fazer pulverização, de tal forma que obriga com que nós façamos pulverização em pequenas áreas. Em pequenas áreas, nós não conseguimos atingir o impacto que nós precisávamos”, concluiu.

 

O director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, apelou aos países para “colmatarem as lacunas na resposta e no tratamento ao paludismo” e advertiu que os ganhos podem ser perdidos “se os parceiros não acelerarem o ritmo no combate à doença”.

 

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