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Moçambique

Moçambique deu um "passo determinante" rumo à paz

Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique. 21 de Abril de 2016.
Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique. 21 de Abril de 2016. THIERRY CHARLIER / AFP

O Presidente moçambicano lançou o processo de desarmamento a integração dos oficiais da Renamo. Filipe Nyusi apelou aos peritos a pautarem pela integridade e imparcialidade no processo. O chefe de Estado promete tornar publico acordo sobre assuntos militares para a maior transparência.

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O chefe de Estado moçambicano anunciou esta semana o início do processo de desmilitarização, desmobilização e reintegração das forças residuais da Renamo, principal partido da oposição, um acto que vai contar com a presença dos peritos internacionais que vão estar em Moçambique até este sábado.

"Estamos aqui para dar mais um passo determinante no nosso roteiro da paz efectiva e duradoura, procedendo ao lançamento formal do processo de desarmamento, desmobilização e reintegração" na sociedade, dos homens que a Renamo mantém artilhados, referiu o chefe de Estado.

A cerimónia teve lugar no Palácio da Presidência e contou com a presença de membros das comissões conjuntas (governo e Renamo) para a paz e diplomatas, do grupo de contacto que acompanha o diálogo.

A equipa técnica que vai dar apoio técnico e aconselhamento quanto ao processo de desarmamento, desmobilização e reintegração em Moçambique, definida por consenso entre o governo e a Renamo.

Filipe Nyusi recordou uma frase que ele e Dhlakama proferiram, "a guerra acabou", quando o Presidente moçambicano se deslocou pela primeira vez, em 2017, ao refúgio do então líder da oposição, na Serra da Gorongosa para encetar o diálogo em curso.

"A paz duradoura é o melhor presente que podemos oferecer ao povo moçambicano", referiu o chefe de Estado moçambicano.

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