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Moçambique

Diferenças na contagem de oficiais militares entre Frelimo e Renamo

Renamo e Frelimo contam de modo diferentes os seus soldados nas Forças Armadas de Moçambique
Renamo e Frelimo contam de modo diferentes os seus soldados nas Forças Armadas de Moçambique Lusa

A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique refutou esta terça-feira as declarações do Ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, segundo as quais 400 oficiais provenientes da Renamo foram integrados das Forças de Defesa e Segurança no âmbito do diálogo para paz efetiva em curso no país. Para a Renamo trata-se de uma mentira grosseira e exige que o governante esclareça. 

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Foi no âmbito da visita a Moçambique da secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal que o ministro moçambicano dos Negócios estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, deixou ficar a garantia.

A Renamo, desmente estas informações e através de André Magibire da Comissão dos Assuntos Militares, exige esclarecimentos.

Em conferência de imprensa, a Renamo confirma até ao momento a integração e para os lugares de comando e de chefia nas Forças armadas de defesa de Moçambique,140 oficiais oriundos do principal partido da oposição.

Prevê que brevemente mais de dez elementos da Renamo poderão ser indicados para ocupar cargos de chefia na polícia à luz do processo de integração que espera, esteja concluído, até a data das eleições gerais marcadas para 15 de outubro. 

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa. 

Entretanto, sobre a problemática dos números, o presidente Filipe Nyusi, sentiu-se na necessidade de esclarece que não foram integrados 400 homens da Renamo nas forcas de defesa e segurança mas sim 14 à luz do diólogo político entre o governo e o principal partido da oposição.

Uma declaração feita depois do Ministro dos negócios estrangeiros, José Pacheco ter afirmado à imprensa a integração de 400 homens na última semana.

Enquanto isso Filipe Nyusi assegurou que passos positivos estão a ser dados para o desfecho do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração, que consubstancia o processo de diálogo rumo à paz efectiva. 

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