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Angola/Moçambique

Angola apoia Moçambique após ciclone

Cruz Vermelha ajuda populações na Beira, em Moçambique.
Cruz Vermelha ajuda populações na Beira, em Moçambique. ©Croix-Rouge internationale/REUTERS

O Governo angolano reforça a ajuda humanitária às populações moçambicanas afectadas pelo ciclone Idai, enquanto o número de mortos continua a aumentar.

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O Governo angolano enviou um quarto voo para Moçambique com cerca de 52 toneladas de medicamentos e material gastável, para a cidade da Beira, para ajudar as populações afectadas pelo ciclone Idai, que já causou pelo menos 447 mortos.

Silvia Lutucuta é a ministra angolana da saúde. Ela deu hoje conta à imprensa do dispositivo implementado por Luanda para apoiar as populações do centro de Moçambique.

Para a cidade da Beira, devem chegar igualmente, referiu a governante, dois helicópteros, para apoiar a operação de resgate de pessoas em zonas de difícil acesso, e mais dois helicópteros com uma tripulação de especialistas treinados em resgate.

Angola tem desde sexta-feira, na cidade da Beira, uma "missão humanitária e de solidariedade" composta por cerca de 100 pessoas, que se juntaram às equipas locais de salvamento. Uma missão que deverá ficar em Moçambique cerca de 30 dias, contando com entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico, ou de saúde pública treinados para as grandes epidemias.

Recorde-se que a Organização Mundial de Saúde anunciou que está-se a preparar para enfrentar prováveis surtos de cólera e outras doenças infecciosas, bem como de sarampo, em extensas zonas do sudeste de África.

Em Moçambique o número de pessoas afectadas pelo ciclone Idai atinge, por ora, 794 000, com registo até ao momento de 447 mortos.

Ussene Isse, director nacional de assistência médica do Ministério moçambicano da saúde, dá-nos conta das acções no terreno para fazer face ao aparecimento de doenças. Um som recolhido pela nossa enviada especial, Cristiana Soares.

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