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Moçambique

Ajuda humanitária médica chega à Beira em Moçambique

Vítimas do ciclone Idai que atingiu um centro de saúde de Beira, Moçambique, onde chega equipa médica portuguesa
Vítimas do ciclone Idai que atingiu um centro de saúde de Beira, Moçambique, onde chega equipa médica portuguesa REUTERS/Mike Hutchings

Em Moçambique o número de mortos provocados pelo ciclone Idai subiu para 501, anunciaram as autoridades moçambicanas. Novos casos de cólera em Nhamatanda são um alerta preocupante, já que este é um distrito que dista 100 quilómetros da Beira. Foram detetados numa cidade e numa vila, mas só depois se saberá o número dos afetados. Também não foram contabilizadas mortes.

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Chegou este sábado a cidade da Beira, na província de Sofala, a equipa de 28 profissionais do Instituto Nacional de Emergência de Portugal, dos quais seis médicos, que com um hospital de campanha, vai ajudar a combater vários problemas de saúde que começam a surgir depois do ciclone Idai e das cheias.

Segundo Bruno Borges, coordenador do gabinete de gestão de crises do INEM, ha "capacidade para a pediatria, pequenas cirurgias, trauma e acima de tudo, uma capacidade para receber 10 doentes por dia". 

Confirmados estão já, 271 casos de cólera na cidade da Beira e para evitar o alastramento da epidemia as autoridades de saúde preveem vacinar 800 mil pessoas.

Enquanto isso, o balanço  mais recente indica que o IDAI provocou até ao momento 501 mortos e mais de 1500 feridos.

José Pacheco, Ministro dos negócios estrangeiros e cooperação diz ser tempo de olhar o futuro com optimismo.  

"Pelos números, estamos já acima de meio milhão de pessoas que não resistiram". 

As autoridades governamentais referem que o ciclone IDAI que fustigou a 14 deste mês a região centro de Moçambique, afectou perto de um milhão de pessoas. 

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa. 

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