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Moçambique

OMS apoia Moçambique para evitar alastramento da cólera

Vítimas dum centro de saúde da Beira, Moçambique, ajudada pela OMS a combater surto da cólera
Vítimas dum centro de saúde da Beira, Moçambique, ajudada pela OMS a combater surto da cólera REUTERS/Mike Hutchings

OMS, Organização mundial da Saúde, garante apoio ao governo moçambicano para prover condições primárias de saúde às pessoas vítimas do ciclone IDAI em Sofala para evitar que a cólera saia fora do controlo das autoridades. Enquanto isto, o autarca da Beira, critica o Estado que até hoje não conseguiu disponibilizar meios, nomeadamente, colocar o exército a fazer trablahos comunitários.

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A Directora regional para África, da OMS, Organização Mundial da Saúde, Matshidiso Moeti, teme que o surto de cólera saia do controlo na província de Sofala, onde até ao momento, foram já confirmados pouco mais de 1000 casos e com o registo de um óbito. 

"Como sabem, foram confirmados alguns casos de cólera, então, estamos a apoiar o governo também para evitar que isto se transforme numa grande epidemia."

Contudo, o autarca da Beira, Daviz Simango, critica em tempos de emergência, o fraco envolvimento do exército moçambicano, nos trablahos de recuperação da cidade e apoio às populações.

"O exército em tempo não de guerra, tem de fazer trabalhos comunitários. Passam mais de 15 dias, até hoje, o Estado moçambicano, não conseguiu nem sequer comprar vassouras."

De vários cantos do mundo, o apoio humanitário, continua a chegar a Moçambique, para as vítimas do ciclone IDAI, que fustigou a região centro do país e matou 598 pessoas, segundo a última actualização oficial feita esta terça-feira.

Enfim, quase 900 mil doses da vacina contra a cólera, obtidas, pela UNICEF e a OMS, chegaram, hoje, à Beira, devendo começar em breve a campanha de vacinação.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa. 

 

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