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Moçambique

Moçambique: mortes aumentam após Kenneth

Moradores olham para uma estrada que desabou no rescaldo do ciclone Kenneth, na aldeia de Wimbe em Pemba, Moçambique.
Moradores olham para uma estrada que desabou no rescaldo do ciclone Kenneth, na aldeia de Wimbe em Pemba, Moçambique. REUTERS/Mike Hutchings

38 mortos, 39 feridos e 169 mil pessoas afectadas, é o balanço provisório da passagem do ciclone Kenneth por Moçambique.

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O ciclone tropical fustigou a província de Cabo Delgado, que continua a ser afectada por fortes chuvas que preocupam as autoridades.

O governo moçambicano receia agora a descoberta de mais corpos em zonas até aqui inacessíveis, devido à destruição da vias de acesso pela fúria das águas, como disse, hoje, aos jornalistas, o primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário.

"Infelizmente perdemos 38 dos nossos companheiros, dos nossos concidadãos, sendo 31 em Macomía, 3 aqui em Pemba, os outros em Tsangano. Perdemos esses nossos compatriotas, apesar do esforço. Mas acreditamos que efectivamente ... o número de pesssoas afectadas, como o número de pessoas mortas podem ser um pouco superiores. Nós precisamos de fazer um pouco mais de trabalho para chegarmos onde devemos chegar. Não conseguimos chegar aos locais mais recônditos de Macomía. Deve haver mais problemas. Entrámos no avião, mas não conseguimos ir. Precisamos de compreender melhor a situação assim que o tempo estiver melhor"

Oiça aqui as declarações do primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário:

 

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