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Moçambique

Moçambique continua a contar as vítimas do ciclone Kenneth

Distribuição de ajuda alimentar pela ONG portuguesa Helpo em Sunate, localidade do norte de Moçambique, na sequência da passagem do ciclone Kenneth.
Distribuição de ajuda alimentar pela ONG portuguesa Helpo em Sunate, localidade do norte de Moçambique, na sequência da passagem do ciclone Kenneth. Lusa / António Silva

Aumentou para 41, o número de vítimas mortais da passagem do ciclone Kenneth nas províncias de Cabo Delgado e Nampula, no norte de Moçambique, há quase uma semana, começando também a surgir os primeiros casos de diarreias que colocam as autoridades de sobreaviso face à possibilidade de surtos epidémicos.

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De acordo com o governo, cerca de 200 mil pessoas estão a precisar de ajuda urgente, dado o cenário de destruição deixado pelo ciclone. Segundo o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, mais de 18 mil casas ficaram destruídas. Em conselho de ministros ontem, o executivo decidiu abranger o norte do país no raio de acção do Gabinete de Reconstrução Pós-Idai, mas até lá são numerosas as pessoas que ficaram sem tecto e apenas 34 mil conseguiram abrigar-se em 30 centros de acomodação.

A cidade de Pemba e o distrito de Mecufi em Cabo Delgado registaram os primeiros 25 casos de diarreias, alguns acompanhados de vómitos, o que coloca o sector em estado de alerta face a eclosão da cólera. Segundo Anastácia Lidimba, da direcção provincial de saúde, é necessário "estar em alerta máximo porque nestes sítios de acomodação, sabemos que o sistema de saneamento costuma ser um pouco precário".

O Ministério da saúde deverá nos próximos dias arrancar com a campanha de vacinação contra a cólera em cabo Delgado, província onde o presidente da república Filipe Nyusi efectua uma deslocação nesta quarta-feira para se inteirar dos impactos da passagem do ciclone Kenneth.

Mais pormenores com Orfeu Lisboa.

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