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Moçambique/Portugal

Críticas à visita de Nyusi a Portugal

Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique
Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique Yasuyoshi CHIBA / AFP

O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, chegou hoje a Portugal para uma visita oficial de quatro dias, a convite do homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa. Nesta deslocação de carácter essencialmente económica terá lugar a IV Cimeira Portugal-Moçambique. Porém, em Moçambique a duração da viagem do Presidente está a ser alvo de várias críticas.

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O Presidente de Moçambique já está em Lisboa para uma visita de Estado de quatro dias, a convite do homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa. Esta tarde Filipe Nyusi vai depositar uma coroa de flores no túmulo de Luís Camões, no Mosteiro dos Jerónimos.

De seguida, os dois chefes de Estado têm encontro marcado no Palácio de Belém. Filipe Nyusi é mais tarde aguardado na Assembleia da República onde será recebido pelo presidente do Parlamento, Eduardo Ferro Rodrigues, e o dia termina com um jantar oficial no Palácio da Ajuda.

Amanhã, o Presidente moçambicano e o chefe do executivo português, António Costa, inauguram os trabalhos do Fórum de Negócios, no Palácio da Foz, onde terá lugar a IV Cimeira Portugal-Moçambique.

Durante a cimeira estão previstos a assinatura de vários acordos bilaterais, desconhece-se até ao momento as áreas de cooperação em causa. Sabe-se apenas que na comitiva do chefe de Estado viajam vários ministros e alguns deputados.

O desaparecimento do cidadão português, Américo Sebastião, e os ciclones que devastaram centro e norte do país também estarão na agenda da visita oficial.

Na sexta-feira, Filipe Nyusi desloca-se a Viseu onde será recebido na Câmara Municipal.

Em Moçambique a visita oficial do chefe de Estado a Portugal está a ser alvo de várias críticas. Em causa, segundo a imprensa moçambicana, está duração da visita de Nyusi que ultrapassa as datas atribuídas pela Comissão Permanente da Assembleia da República que autorizou o Presidente a efectuar uma viagem de Estado a Portugal de 2 a 3 de Julho. Uma vez que a viagem se prologa por mais dias, a comunicação social escreve que essa despesa não deveria ser paga com o dinheiro do povo moçambicano.

Desde o escândalo das dívidas ocultas Moçambique vive a braços com uma crise económica que se tem feito sentir no bolso dos moçambicanos.

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