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Moçambique

CNE quer revisão do censo eleitoral

Abdul Carimo, presidente da Comissão Nacional de Eleições
Abdul Carimo, presidente da Comissão Nacional de Eleições Cristiana Soares

O governo moçambicano precisa de fundos para as eleições gerais de 15 de Outubro. O alerta foi lançado pelo presidente da Comissão Nacional de Eleição (CNE), apesar deste ter recebido garantias por parte do governo de que o escrutínio vai decorrer na data marcada.

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A faltarem dois meses das eleições gerais marcadas para 15 de Outubro, o governo moçambicano ainda não conseguiu reunir a totalidade dos fundos para realizar o escrutínio.

"Estamos a fazer em cerca de 5 mil milhões de meticais. O governo prometeu que ia mobilizar recursos que tem para outros programas para que o processo eleitoral não pare por falta de recursos", revelou o presidente da CNE, Abdul Carimo.

O antigo presidente da Comissão Nacional de Eleições, Brazão Mazula, insta os órgãos de gestão eleitoral a reverem os dados polémicos do recenseamento da província de Gaza antes das eleições marcadas para o próximo mês de Outubro.

"Nós temos de ter sempre o povo à frente e não interesses particulares. Apelamos à CNE e ao STAE para que planifique a sua acção com base nos dados do Instituto Nacional de Estatística", aponta Brazão Mazula.

A CNE exige uma revisão dos dados do censo eleitoral, que contrariam os números do Instituto Nacional de Estatística Moçambique, sem a qual o país corre o risco de avançar para um processo viciado como nos relata o nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa.

 

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