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Moçambique

Acordo de paz fragilizado em Moçambique

Assinatura em Maputo do Acordo de paz de Moçambique entre Filipe Nyusi, chefe de Estado, e Ossufo Momade, presidente da Renamo, a 6 de Agosto de 2019.
Assinatura em Maputo do Acordo de paz de Moçambique entre Filipe Nyusi, chefe de Estado, e Ossufo Momade, presidente da Renamo, a 6 de Agosto de 2019. AFP

Em Moçambique a Renamo, na oposição, acusa a Frelimo, partido no poder, e os grupos da polícia comunitária de praticarem actos de violência e intolerância política contra militantes da antiga guerrilha um pouco por todo o país. Para o movimento da perdiz trata-se de uma grosseira violação do acordo de paz e reconciliação nacional assinado no princípio deste mês em Maputo.

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Pouco mais de uma semana depois da assinatura do acordo de paz e reconciliação nacional, a Renamo denuncia violação dos princípios de pensamento diferente e coabitação pacífica defendidos no tratado de Maputo.

José Manteigas, porta-voz da Renamo da exemplo de casos graves de violência contra os seus militantes registados nas província de Tete, Zambézia, Gaza e Inhambane e por isso faz um apelo à “sua Excelência Presidente da República para tomar todas as providências no sentido de pôr fim a estas atitudes que arrepiam o convívio entre os moçambicanos.

Para o principal partido da oposição estes actos de intolerância política criam dúvidas sobre a eficácia do acordo de paz e do compromisso de boa fé e receia que a situação poderá ser grave durante a campanha eleitoral e a 15 de Outubro dia de votação.

Orfeu Lisboa, o nosso correspondente, tem mais informação.

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