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Iêmen/ terrorismo

Iêmen diz ter matado 30 membros da Al Qaeda

Manifestantes armados em Taez bloquearam a entrada de uma central energética.
Manifestantes armados em Taez bloquearam a entrada de uma central energética. REUTERS/Stringer

Pelo menos 30 supostos membros da Al Qaeda foram mortos no sul do Iêmen, de acordo com o Ministério da Defesa iemenita. Os confrontos entre os terroristas e militares duraram mais de três horas e aconteceram em torno da cidade de Zinjibar. Entre os mortos, estaria Hassan Aguili, chefe da Al Qaeda em Marib, a leste da capital Sanaa. Ele era procurado pelas autoridades.  

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O ministério iemenita afirmou que houve baixas entre os militares, mas não informou quantas. Fontes médicas e locais informaram às agências de notícias terem visto quinze militares mortos.

Zinjibar se esvaziou desde que os terroristas armados tomaram o controle da cidade, em 29 de maio – eles usam o Iêmen como base para tentar realizar ataques ousados na Arábia Saudita e EUA. A cidade fica perto de uma área de passagem de navios que transportam cerca de 3 milhões de barris de petróleo diariamente. A população teme que apoiadores da Al Qaeda na Península Arábica recebam o reforço de outros extremistas islâmicos e aumentem os conflitos contra as autoridades do país.

Também houve combates em Taez, no sul da capital. O presidente do Iêmen, Ali Abdallah Saleh, encontra-se na Arábia Saudita, onde foi operado no final de semana para tratar de ferimentos provocados em um atentado contra ele e outros membros do governo, na semana passada.

Aliados de Abdallah Saleh garantem que ele retornará às suas funções nos próximos dias. Entretanto, potências ocidentais querem aproveitar o momento para convencê-lo a abandonar o poder, depois de três meses de revoltas populares contra a sua permanência, nas ruas de várias cidades iemenitas.
 

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