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Mianmar/Catástrofe

Dois terremotos em Mianmar deixam ao menos 13 mortos

Le plus haut immeuble de Mandalay a perdu quelques vitres dans le tremblement de terre de ce dimanche 11 novembre 2012.
Le plus haut immeuble de Mandalay a perdu quelques vitres dans le tremblement de terre de ce dimanche 11 novembre 2012. AFP PHOTO

Um forte tremor de terra de 6,8 graus na escala Richter foi registrado por volta de 8h, no horário local, no norte de Mianmar, antiga Birmânia, deixando ao menos 13 mortos e 40 feridos. O fenômeno foi seguido de várias réplicas de magnitude 5. No final do dia, um segundo terremoto de 5,8 foi identificado na mesma região.

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O primeiro terremoto causou danos materiais em edifícios localizados a 300 km de seu epicentro, localizado a 10 km de profundidade cerca de 116 km ao norte de Mandalay, segunda maior cidade do país. No final da tarde, no horário local, um segundo terremoto de 5,8 foi identificado numa área menos profunda a 86 km da cidade industrial.

O correspondente da RFI na capital Yangun, Rémy Favre, relatou que o terremoto da manhã destruiu monumentos religiosos e centenas de casas nas cidades próximas do epicentro. Uma ponte que estava em construção sobre um rio da região desabou. Os operários que trabalhavam na obra estão desaparecidos.

Os tremores foram sentidos em outras regiões do país. A mídia local informa que as os vidros das janelas do Parlamento Nacional, que fica situado na capital política de Naypidaw, a 300 km do local do epicentro, no sul do país, quebraram com a violência do deslocamento.

Os birmaneses temem réplicas nas próximas horas. Um morador de Mandalay diz ter sentido pelo menos sete réplicas na manhã deste domingo, três delas num intervalo de dez minutos. Os moradores de Mandalay saíram nas ruas com medo que os imóveis residenciais desabem.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fará uma visita histórica a Mianmar no dia 19 de novembro, em respaldo ao processo de abertura política em curso no país asiático. Obama vai se reunir com o presidente Thein Sein e com a líder da oposição e Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Lyi. Recentemente, os Estados Unidos retomaram a ajuda econômica a Mianmar, país que se tornou um dos mais pobres da Ásia por ter passado meio século sob uma ditadura militar. 

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