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Violência/jornalistas

Grupos internacionais de mídia denunciam violência contra jornalistas

Claude Verlon (esquerda) e Ghislaine Dupont (direita), assassinados no dia 2/11/13 em Kidal, no Mali.
Claude Verlon (esquerda) e Ghislaine Dupont (direita), assassinados no dia 2/11/13 em Kidal, no Mali. RFI

O DG7, formado por sete grupos de rádio e televisão internacionais, lançaram um apelo ao Conselho de Segurança da ONU contra a impunidade e a alta da violência contra jornalistas em zonas de conflito. A ação acontece duas semanas após a morte de dois jornalistas da Rádio França Internacional, integrante do grupo France Médias Monde (FMM).

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O DG7 expressou “grande preocupação diante do aumento e agravamento dos atos de violência e ameaças contra jornalistas em várias partes do mundo”. Além disso, o grupo ressaltou que “a escalada da violência e das intimidações contra os jornalistas são obstáculos para o trabalho dos difusores internacionais”. O DG7 lembrou ainda que neste ano oito jornalistas foram mortos na Síria e seis no Egito.

Segundo a ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), desde o início de 2013, 73 jornalistas e blogueiros foram assassinados e 341 foram detidos.

“Frequentemente os governos não fazem nada ou quase nada”, denuncia o DG7, pedindo que o Conselho de Segurança da ONU seja mais “pro ativo para sensibilizar o mundo a respeito desse problema, principalmente em relação à impunidade dos autores de ataques contra os jornalistas e funcionários da mídia”.

O DG7 é formado por FMM (que inclui a RFI), BBC, ABC (Australian Broadcasting Corporation), GGG (Broadcasting Board of Governors – EUA), Deutsche Welle (Alemanha), NHK (Japão) e Radio Netherlands Worldwide (Holanda).
 

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