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Líbano/ataques

Brasileira morre em atentado suicida no Líbano

O atentado no Líbano deixou pelo menos 5 mortos e 66 feridos
O atentado no Líbano deixou pelo menos 5 mortos e 66 feridos Foto: Reuters

O atentado no Líbano nesta quinta-feira, que deixou pelo menos 5 mortos e 66 feridos fez uma vítima brasileira : Malak Zahwe, 17 anos, que morava há anos em Beirute, e fazia compras perto do local onde ocorreu o atentado suicida, próximo ao canal de TV Al-Manar, ligado à facção Hezbollah. Em uma nota, o Itamaraty condenou a violência do ataque.

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Segundo o jornal libanês L'Orient Le Jour, a jovem de 17 anos fazia compras com sua madrasta, quando foi atingida pela explosão.

A comunidade islâmica brasileira informou que Malak Zahoui, de 17 anos, era filha de imigrantes libaneses que moraram em Foz do Iguaçu. Há cerca de 4 anos, ela e sua família se mudaram para o Líbano.

O ataque acontece uma semana após um carro-bomba explodir no sul de Beirute e matar o político sunita Mohammed Chatah, aliado importante do ex-premiê Saad Hariri.

"O terrorismo visa criar tensões intercomunitárias e religiosas", disse o ministro da Saúde, Ali Hassan Khalil. Além dos cinco mortos, um sexto corpo carbonizado teria sido encontrado na quinta-feira, segundo testemunhas, que pertenceria a um dos kamikazes que participaram do atentado.

A bomba explodiu por volta das 16h, no bairro de Haaret Hreik. O atentado, condenado por várias comunidades no Líbano, não foi reivindicado até agora. O número 2 do Hezbollah, Naim Kassem, pediu calma e a formação rápida de um governo de união nacional.

O chanceler libanês, Adnan Mansour, pediu à comunidade internacional que ajudasse o Líbano a colocar um fim à violência, e interrompesse o envio de ajuda financeira para suspeitos de participarem de atos terroristas.

Nos últimos meses, o Líbano foi alvo de uma série de atentados a bomba. O mais recente, na semana passada, resultou na morte de Mohamed Chatah, ex-ministro e adversário do Hezbollah.

Em novembro, 25 pessoas morreram em um atentado suicida contra a embaixada do Irã no sul de Beirute, e outras explosões também atingiram os bairros ocupados pelo Hezbollah na capital libanesa, e também as mesquitas sunitas em Trípoli.

 

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