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Iraque/Terrorismo

Irã oferece ajuda militar ao Iraque contra rebeldes da Al Qaeda

Milicianos tribais 'patrulham' as ruas de Fallujah, 5 de janeiro de 2013.
Milicianos tribais 'patrulham' as ruas de Fallujah, 5 de janeiro de 2013. REUTERS/Stringer

O ataque das forças iraquianas contra os rebeldes da Al Qaeda que tomaram o controle de Fallujah, cidade de maioria sunita no norte do Iraque, é iminente. O primeiro-ministro xiita Nouri al-Maliki convocou a população e as tribos da região a expulsar os extremistas do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), braço da Al Qaeda que também atua na guerra da Síria.

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O governo do Irã declarou que está pronto a ajudar o Iraque a combater a Al Qaeda. No sábado, o governo iraquiano admitiu que militantes islâmicos ligados ao grupo terrorista e guerrilheiros tribais assumiram o controle de Ramadi e Fallujah, as principais cidades da província sunita de Al-Anbar, a 60 km de Bagdá.

O Exército iraniano afirmou que pode enviar ao Iraque equipamentos militares e também oferecer serviços de consultoria. No momento, o envio de tropas está descartado.

Os Estados Unidos também se dizem preocupados com a situação no Iraque, mas o chefe da diplomacia americana, Johh Kerry, deixou claro que Washington não pretende enviar tropas ao território iraquiano.

Em um ano, a violência sectária entre sunitas e xiitas na província de Al-Anbar matou 8 mil pessoas. Nem todos os insurgentes são jihadistas. Cidadãos comuns se aliaram aos rebeldes contra o poder central xiita, acusado de marginalizar os sunitas.

O grupo extremista sunita designou um governo para Fallujah. A cidade foi declarada como "estado islâmico" pelo EIIL.

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