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Energia nuclear

Quatro novas usinas nucleares abriram em 2013, todas na Ásia

Reator nuclear Kudankulam, na Índia.
Reator nuclear Kudankulam, na Índia. Reuters/Adnan Abidi/Files

Apesar dos esforços de muitos países em diminuir a produção de energia nuclear, após a catástrofe de Fukushima, quatro novos reatores foram abertos em 2013, de acordo com a Associação Mundial Nuclear (WNA, na sigla em inglês). Todos se encontram na Ásia: três dos novos reatores estão instalados na China e o quarto, na Índia.

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Ao mesmo tempo, quatro antigas usinas encerraram definitivamente as atividades, todas nos Estados Unidos. O balanço realizado pela associação destaca que a capacidade mundial de produção de energia nuclear aumentou em 1.635 megawatts, atingindo 375,3 gigawatts em 1º de janeiro de 2014.

Os quatro novos reatores inaugurados - Kudankulam 1, na Índia, e Yangjiang e Hongyanhe 1 e 2, na China – adicionaram 4.077 megawatts à capacidade mundial. Já as centrais americanas desativadas - Crystal River 1, da Duke Energy, San Onofre 1 e 2, da Southern California Edison, e Kewaunee 1, da Dominion – retiraram 3.576 megawatts de potência global.

Nos Estados Unidos, as centrais nucleares estão ameaçadas pela concorrência cada vez maior das centrais elétricas alimentadas por gás de xisto ou outras energias não convencionais. O gás de xisto é mais vantajoso economicamente.

Americanos voltam a construir usinas

Mesmo assim, duas das 10 novas construções de usinas registradas no mundo em 2013 acontecem em solo americano: Vogtle, na Geórgia, e Virgil C. Summer, na Carolina do Sul. Ambas se encontram no leste do país, e são as primeiras novas centrais americanas desde os anos 70.

A WNA observa ainda o início das obras do primeiro reator nuclear bielorrusso e do segundo dos Emirados Árabes Unidos, além dos chineses Yianjiang 5 e 6 e Tianwan 4. No total, 71 centrais estão em construção atualmente, que devem produzir 75 gigawatts.

Em 2011, um terremoto em Fukushima destruiu 4 dos 6 reatores da central japonesa. Desde setembro, todas as 50 usinas do país foram desativadas.
 

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