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EUA/Iraque

EUA fazem primeiro ataque aéreo contra jihadistas nos arredores de Bagdá

Soldado do Curdistão joga morteiro contra combatentes do Estado Islâmico perto de Mossul. 15 de setembro de 2014.
Soldado do Curdistão joga morteiro contra combatentes do Estado Islâmico perto de Mossul. 15 de setembro de 2014. REUTERS/Ahmed Jadallah

Os Estados Unidos intensificam a ofensiva contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque. Pela primeira vez, nesta madrugada, aviões americanos bombardearam posições do grupo na periferia de Bagdá. A ofensiva americana acontece poucas horas depois da conferência de Paris presidida pelo chefe de Estado francês, François Hollande.

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Até o momento, os cerca de 150 bombardeios americanos efetuados no norte do Iraque e perto de uma usina hidrelétrica na região oeste do país buscaram impedir a progressão dos jihadistas e facilitar a ajuda humanitária às populações locais. Os ataques ao sudoeste da capital iraquiana tinham também como alvo uma posição do EI que enfrentava as forças de segurança iraquianas. Na ofensiva desta madrugada, veículos e instalações do grupo terrorista foram destruídos.

De acordo com comunicado divulgado pelo Pentágono, a partir de agora, os jihadistas passam a ser o alvo da aviação americana.  Aviões de guerra norte-americanos lançaram ataques perto de Bagdá enquanto outras aeronaves atacaram as montanhas de Sinjar a oeste de Mossul, no norte do país.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na semana passada que a operação militar contra o EI seria estendida para a Síria e se intensificaria no Iraque. O exército americano se concentrará nos ataques aéreos enquanto as forças iraquianas e curdas lutam no terreno contra os extremistas islâmicos.

Países árabes estão reticentes

Ontem, na capital francesa, cerca de 30 países reafirmaram apoio ao governo iraquiano no combate aos jihadistas. Mas, apesar dos anúncios de mobilização contra o grupo, a imprensa francesa nota que os países sunitas do Golfo Pérsico, fundamentais na estratégia americana, estão reticentes e terão um papel menor do que o esperado na coalizão internacional. 

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