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Violência/Grupo Estado Islâmico

ONG denuncia torturas cometidas por jihadistas contra adolescentes curdos

"Seu silêncio está matando as crianças", diz cartaz durante protesto realizado em Londres, no último sábado (1), contra o grupo Estado Islâmico.
"Seu silêncio está matando as crianças", diz cartaz durante protesto realizado em Londres, no último sábado (1), contra o grupo Estado Islâmico. REUTERS/Paul Hackett

A ONG Human Rights Watch (HRW) denuncia nesta terça-feira (4) novas atrocidades cometidas pelo grupo sunita Estado Islâmico na Síria. Segundo a organização de defesa dos direitos humanos, os jihadistas torturaram um grupo de 150 adolescentes curdos capturados durante a invasão à cidade de Kobane, em maio passado.

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Em depoimento à ONG, quatro adolescentes que estiveram no cativeiro revelaram que os menores, alguns de 14 anos, eram obrigados a assistir vídeos de decapitação.

Eles foram amarrados com cordas e correntes e eram obrigados a rezar cinco vezes ao dia orações do Alcorão. Os que se recusavam a obedecer eram espancados.

Os jihadistas sequestraram o grupo de jovens quando eles voltavam de uma viagem escolar a Aleppo, na Síria. Os adolescentes curdos foram libertados em etapas, a última delas no dia 29 de outubro, mas todos ficaram profundamente traumatizados.

A Human Rights Watch considera que esses maus-tratos equivalem a crimes de guerra.

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