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Israel/Atentado

Atentado contra sinagoga em Israel deixa ao menos 4 mortos

Ataque a sinagoga em Jerusalém deixou ao menos 4 mortos.
Ataque a sinagoga em Jerusalém deixou ao menos 4 mortos. REUTERS/Ronen Zvulun

Israel amanhece sob mais um violento atentado. Dois homens invadiram uma sinagoga em Jerusalém Ocidental armados com facas, machados e uma pistola e atacaram fiéis. Quatro pessoas morreram e nove estão feridas, cinco delas em estado grave. Ao atacarem as vítimas, os dois suspeitos foram baleados por policiais e morreram.

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Segundo a polícia, os dois homens eram palestinos do leste de Jerusalém. Em um tom de provocação, o grupo Hamas e o movimento Jihad Islâmico, as duas principais forças extremistas palestinas, aprovaram esse ataque à sinagoga de um bairro de maioria judaica ultraortodoxa chamado Har Nof. Para o Hamas, o atentado dessa manhã foi uma resposta "à altura" à morte do motorista palestino Youssef Ramouni, encontrado sem vida dentro de um ônibus ontem.

Além de acusar o Hamas por mais esse ato de violência, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também responsabilizou o presidente palestino, Mahmoud Abbas. "Esse atentado é o resultado direto da incitação à violência propagada pelo Hamas e por Mahmoud Abbas", escreveu o premiê em um comunicado. O presidente palestino, porém, apenas condenou o ataque na sinagoga.

Neyanyahu prometeu responder com "mão de ferro" a esse atentado. Quanto à opinião pública, as imagens de judeus assassinados em uma sinagoga devem acirrar ainda mais a tensão no país.

Histórico da violência

Há um mês, há uma forte tensão em Israel. Os palestinos responderam com ataques às tentativas dos judeus extremistas de entrar na Esplanada nas Mesquitas para orar, algo que é proibido.

Desde julho deste ano, a violência não tem dado trégua na região. Por 50 dias, Israel promoveu bombardeios contra a Faixa de Gaza. A guerra deixou 2.143 mortos do lado palestino e seis do lado israelense.

O exército de Israel também registrou 64 soldados mortos, o número mais elevado desde o conflito contra o Hezbollah libanês, em 2006.

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