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Papa Francisco/Turquia

Papa Francisco deixa Turquia pedindo proteção para católicos do Oriente

Papa Francisco (0 esq.) ao lado do patriarca ortodoxo Bartolomeu I em Istambul, na Turquia, em 30 de novembro de 2014.
Papa Francisco (0 esq.) ao lado do patriarca ortodoxo Bartolomeu I em Istambul, na Turquia, em 30 de novembro de 2014. Reuters/Osman Orsal

Neste domingo (30), o Papa Francisco encerrou sua viagem de três dias à Turquia defendendo os cristãos da região, ameaçados pelos jihadistas do Iraque e da Síria. Francisco também pediu que católicos e ortodoxos se reaproximem, depois de mais de um milênio de separação. 

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Em uma declaração comum, o Sumo Pontífice e o patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, escreveram que jamais aceitarão "um Oriente Médio sem cristãos".

"Muitos de nossos irmãos e irmãs são perseguidos e obrigados pela violência a deixar suas casas", diz o texto, lembrando "a indiferença de muitos" diante da situação. Os religiosos certamente se referiam à ofensiva dos jihadistas do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, que causou a fuga de milhares de pessoas, entre as quais, milhares de cristãos, vítimas de perseguições.

"A situação terrrível dos cristãos e de todos os que sofrem no Oriente Médio pede não somente orações constantes, mas uma resposta apropriada da comunidade internacional", afirmaram Francisco e Bartolomeu I.

Reaproximação

Francisco declarou que "a única coisa que a Igreja Católica deseja é a comunhão com as igrejas ortodoxas", durante uma cerimônia de quase três horas celebrada ao lado de Bartolomeu I. Uma aspiração que parece difícil de se concretizar devido à sua complexidade.

Os ortodoxos são divididos em diversas igrejas independentes e se separaram dos católicos desde o grande cisma de1054. Foi Paulo VI e o patriarca Atenágoras que iniciaram uma reconciliação em 1964.

Encontro com jovens

Antes de embarcar de volta à Roma, o Papa cumpriu um dos seus compromissos preferidos em viagens internacionais: encontrou jovens refugiados de todas as religiões, vindos da Síria, Iraque ou África.

Francisco elogiou a posição da Turquia, que acolhe cerca de 2 milhões de refugiados, sem deixar de lamentar suas condições de vida "precárias e deploráveis".

 

 

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