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Iêmen/Sequestro

Nenhum grupo reivindica autoria do sequestro de francesa no Iêmen

Local onde trabalhava a francesa sequestrada no Iêmen
Local onde trabalhava a francesa sequestrada no Iêmen REUTERS/Khaled Abdullah

Nenhum grupo reivindicou até o momento a autoria do sequestro da francesa Isabelle Prime na terça-feira em Sana, capital do Iêmen. A jovem, funcionária de uma consultoria norte-americana, foi parada pelos sequestradores quando se dirigia ao trabalho de carro com sua intérprete imenita, Chérine Makkaoui. Os homens estavam vestidos de policiais tomaram as duas como reféns.

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O presidente da consultoria, sediada em Miami, disse que Isabelle era a última estrangeira da empresa ainda no Iêmen e que ela deveria partir em alguns dias. O ministro das Relação Exteriores francês, Laurent Fabius, afirmou que mobilizou todos os serviços para localizar e conseguir a libertação da francesa.

Ele também reiterou o pedido, feito desde o início de fevereiro, para que os franceses deixem o Iêmen. A capital do país atualmente é controlada pela milícias xiitas, comandadas pelos Houthis, o que provocou a fuga do presidente para a cidade de Aden.

Chefes tribais

A família da jovem iemenita também sequestrada solicitaram a intervenção dos chefes tribais, do ministério do Interior do país e das milícias xiitas para obter a libertação das duas mulheres. "Nós entramos em contato com chefes tribais de Sana e das províncias de Jawf; no norte, e de Marib, no centro, para pedir ajuda na localização das duas", afirmou à AFP Yassine Makkaoui, tio da iemenita.

Ele responsabiliza os Houthis pelo sequestro, sem acusá-los diretamente. "Elas foram levadas em plena luz do dia no centro de Sana, onde os Houthis são responsáveis pela manuntenção da ordem", disse. "Eles controlam ao mesmo tempo os ministérios da Defesa e do Interior."

 

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