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WikiLeaks/Sony

WikiLeaks publica 30 mil documentos roubados da Sony

Cartaz do filme "A Entrevista", da Sony Pictures, com Seth Rogen e James Franco.
Cartaz do filme "A Entrevista", da Sony Pictures, com Seth Rogen e James Franco. Sony Pictures/Divulgação

Mais um capítulo do caso da pirataria dos dados da Sony Pictures Entertainment acaba de ser escrito. O WikiLeaks publicou 30.287 documentos roubados da companhia por hackers no ano passado, além de 173.132 e-mails enviados ou recebidos por mais de 2 mil endereços eletrônicos internos. As informações podem ser acessadas facilmente por qualquer pessoa a partir de nomes ou palavras-chave.

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Julian Assange, fundador do WikiLeaks, afirma que os documentos “pertencem ao domínio público” e que vai “se assegurar de que permaneçam assim”. Desde 2012, Assange está exilado na Embaixada do Equador em Londres para evitar um processo por suposto estupro cometido na Suécia.

“Agora publicados em formato que permite a realização de buscas, os arquivos Sony oferecem uma visão rara das engrenagens de uma multinacional cheia de segredos”, acrescenta o WikiLeaks em seu comunicado, indicando que os documentos revelam “conexões entre a Sony e o Partido Democrático americano”.

A gigante cinematográfica condenou a publicação dos dados, que entende constituírem “informação privada e privilegiada”. Para a empresa, o WikiLeaks ajuda os ciberpiratas a prejudicar seus empregados num ato criminoso e de má-fé.

Incidente diplomático

Em novembro de 2014, a Sony Pictures sofreu uma invasão que entrou para a lista dos maiores ciberataques da história. Dados pessoais de 47 mil empregados e terceiros, assim como documentos financeiros, projetos sigilosos, roteiros não produzidos e até cinco filmes inéditos foram hackeados.

O ataque resultou num verdadeiro incidente diplomático. Os hackers, autodenominados “The Guardians of Peace” (Guardiões da Paz, em inglês), exigiram que a Sony Pictures deixasse de exibir o filme “A Entrevista”, uma comédia sobre um complô para assassinar o líder norte-coreano Kim Jong-Un. O governo americano acusou a Coreia do Norte de ser a responsável pelo ciberataque, o que estremeceu ainda mais as relações entre os dois países.

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