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Mundo

"Dia de ira" em Israel

REUTERS/Amir Cohen

Confrontos opuseram palestinianos e as forças de segurança israelitas em Jerusalém e na Cisjordânia, neste "dia de ira" decretado pelos líderes palestinianos em protesto contra novas medidas de segurança do Estado Hebreu.

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Israel enviou 800 polícias suplementares à volta da cidade de velha de Jerusalém para prevenir eventuais confrontos e restringiu o acesso à Esplanada das Mesquitas pela sua proximidade com um local de culto judaico, o que provocou a ira dos fiéis muçulmanos. Embora este local tenha acabado por permanecer calmo hoje contrariamente aos outros dias, esta Sexta-feira foi novamente marcada pela violência com um jovem palestiniano morto e outros 3 feridos em Naplosa na Cisjordânia, 3 policias feridos em Jerusalém bem como trocas de granadas lacrimogéneas, balas de borracha e pedras no Monte das Oliveiras.

Estes novos confrontos acontecem poucos dias depois de um ano novo judeu sangrento e ainda antes de novas celebrações religiosas para ambas as comunidades que se antevêem tensas: para semana que vem, vão coincidir o Aïd el-Adha para os muçulmanos e o Yom Kippur para os judeus.

Crónica da jornalista Liliana Henriques

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