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União Europeia

UE aumenta ajuda aos países vizinhos da Síria

O presidente francês, François Hollande (esq.), o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker (C) e a chanceler alemã Angela Merkel  na cimeira extraordinária , ontem, em Bruxelas
O presidente francês, François Hollande (esq.), o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker (C) e a chanceler alemã Angela Merkel na cimeira extraordinária , ontem, em Bruxelas REUTERS/Yves Herman

Na cimeira extraordinária de ontem em Bruxelas os dirigentes europeus decidiram aumentar ajuda financeira aos países vizinhos da Síria, reforçar as fronteiras do espaço Schengen e criar centros de registo para que refugiados que chegam à Europa.

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Os centros de registo de migrantes devem estar operacionais já a partir de Novembro. Os chamados "hotspot" vão funcionar em Itália e Grécia, os dois países mais expostos à forte pressão migratória. O objectivo é identificar os verdadeiros refugiados e distinguir entre migrantes económicos e migrantes ilegais.

Reforço das Fronteiras

Para acelerar a distinção entre refugiados e migrantes ilegais e os pedidos de asilo a Comissão Europeia propôs uma lista dos países seguros de origem que inclui a Albânia, Bósnia Herzegovina, Macedónia, Montenegro, Servia e Turquia.

A União Europeia quer reforçar também o papel da Frontex,  a agência de vigilância das fronteiras exteriores, assim como o gabinete de apoio aos refugiados. Os líderes europeus conseguiram obter o apoio dos países de leste ao defenderam mais controlo nas fronteiras do espaço Schengen.

UE vai ainda desbloquear mil milhões de euros

Bruxelas vai ainda desbloquear mil milhões de euros para apoiar a acção da agência da ONU para os refugiados em países vizinhos da Síria, como a Jordânia, Líbano ou Turquia, que acolhem actualmente mais de 4 milhões de pessoas.

 

 

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