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França

Testemunhos e reacções aos atentados de Paris

Nas ruas de Paris, a memória do drama deste dia 13 de novembro
Nas ruas de Paris, a memória do drama deste dia 13 de novembro REUTERS/Charles Platiau

A RFI ouviu vários testemunhos de pessoas lusófonas que, entre o Stade de France e os 10° e 11° bairros de Paris, viveram, de uma forma ou de outra, e na primeira pessoa, o drama dos atentados terroristas de ontem à noite. Além disso registámos reacções de responsáveis políticos, nomeadamente afro-lusófonos.

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As reacções internacionais são de condenação, caso do chefe da diplomacia angolana, Georges Chikoti, que efecua neste momento uma deslocação pelo Brasil e Estados Unidos. Ao microfone da RFI ele fez questão em exprimir o seu pesar pelos atentados de Paris.

Por seu turno, o presidente cabo-verdiano Jorge Carlos Fonseca, que passou por França e lembrou a dificuldade de se lutar eficazmente contra o terrorismo.

Hermano Sanches Ruivo é vereador na Câmara municipal de Paris, uma cidade em estado de choque, daí a reunião de crise da autarquia e a decisão de encerrar por enquanto vários recintos como ele nos explica.

Armindo Faria, jornalista em Paris, estava no Stade de France durante o encontro França-Alemanha, onde aconteceu a primeira explosão. O jornalista relatou-nos o que aconteceu no estádio, primeiro a incógnita sobre o que estava a acontecer fora do estádio e depois o pânico das pessoas que preferiram esperar largos minutos dentro do recinto para ter mais informações sobre os acontecimentos.

Raúl Rego, lusodescendente e jornalista, estava no 10° bairro onde aconteceram tiroteios. Raúl Rego relatou-nos como viveu a situação e o pânico em que estavam as pessoas.

Ângelo Ferreira de Sousa, tradutor português residente em Paris, estava relativamente perto da Rue Bichat, local de um dos ataques, e partilha connosco o seu testemunho.

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