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Equador

Violento sismo no Equador

O cenário de destruição na cidade de Manta depois do sismo que abalou ontem o Equador.
O cenário de destruição na cidade de Manta depois do sismo que abalou ontem o Equador. REUTERS/Patricio Ramos

Um violento sismo de magnitude de 7,8 na escala de Richter abalou ontem no final da tarde a costa Pacífica do Equador, tendo causado pelo menos 235 mortos, centenas de feridos e importantes danos materiais. O governo decretou o Estado de Excepção no seguimento deste que é o mais grave sismo ocorrido no país desde 1979.

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De acordo com o Instituto de Geofísica daquele país, o epicentro dos abalos sísmicos ainda mais potentes do que aqueles que têm ocorrido desde quinta-feira no Japão, atingiram a província de Manabi, no sudoeste, chegaram a Guayaquil, no sul de Quito a capital, San Miguel de los Bancos e Manta, mas fizeram-se igualmente sentir além-fronteiras, no vizinho Peru bem como no sul da Colômbia, não havendo registo de vítimas.

Neste contexto, o presidente do Equador Rafael Correa anunciou o desbloqueamento imediato de uma ajuda de urgência de cerca de 600 de milhões de Dólares, o chefe de Estado desse país actualmente em deslocação no Vaticano tendo anunciado que regressa ao país devendo aterrar directamente no final da tarde em Manta, uma das localidades mais afectadas. O executivo anunciou também o envio de 14 mil membros das forças de segurança, 241 profissionais de saúde e reforços logísticos para apoiar as populações sinistradas e sobretudo salvar as pessoas ainda soterradas debaixo dos escombros, uma tragédia perante a qual a Colômbia e o México anunciaram o envio de reforços enquanto a União Europeia refere igualmente desbloquear o seu mecanismo de apoio no domínio da protecção civil.
 

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