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Venezuela em crise reata diálogo com EUA

O presidente venezuelano Nicolás Maduro
O presidente venezuelano Nicolás Maduro REUTERS/Miraflores Palace

A Venezuela e os Estados Unidos da América decidiram ontem retomar o diálogo diplomático numa altura em Caracas vê-se a braços com uma grave crise social e política.

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O anúncio surge após uma reunião dos chefes da diplomacia dos dois países, Delcy Rodriguez e John Kerry, esta terça-feira à margem da assembleia-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) em Saint-Domingue na República Dominicana.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro disse que Washington "propôs o início de uma nova etapa de diálogo" incluindo desde já "uma série de encontros de alto nível".

Os dois países que já não têm embaixadores nas respectivas capitais desde 2010. Uma aproximação que ocorre numa altura em que o presidente é alvo de um pedido de referendo revocatório da parte da oposição e da sociedade civil.

Entretanto o país enfrenta uma grave crise social em grande parte devida a quebra das receitas do petróleo e à hiperinflação. Esta terça-feira, duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na cidade de Cumaná durante protestos pela falta de alimentos e outros produtos básicos. Há também relatos de dezenas de lojas saqueadas.

Carlos Teixeira, activista social e apoiante a oposição ao presidente Maduro, fala-nos da crise social e da esperança que o diálogo com os Estados Unidos conduza a uma solução para a crise política.

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